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Carlinhos Cachoeira é preso pela PF em Congonhas

O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, foi detido pela Polícia Federal na tarde de quarta-feira (13) durante escala no Aeroporto de Congonhas; mandado de prisão preventiva foi expedido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia.

Carlinhos Cachoeira sendo escoltado por agentes da Polícia Federal à noite
Carlinhos Cachoeira sendo conduzido por agentes da Polícia Federal após a prisão em Congonhas; processo corre em segredo de Justiça, diz decisão da 8ª Vara Criminal de Goiânia. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, foi preso pela Polícia Federal na tarde desta quarta-feira (13) durante uma escala no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia e assinado pelo juiz Luciano Borges da Silva.

Segundo as informações oficiais, Cachoeira foi detido enquanto fazia escala e deve ser encaminhado ao 27º Distrito Policial, no Campo Belo, em São Paulo. O processo que motivou a prisão tramita em segredo de Justiça; por isso, não foram divulgados detalhes sobre os fatos apurados nem os fundamentos completos da decisão judicial.

Em nota, a defesa informou que não vai se manifestar sobre a prisão.

Acusações e contexto

Na investigação em curso, o empresário é apontado por crimes contra a honra — calúnia, injúria e difamação — conforme consta na decisão que autorizou a prisão preventiva. Por tramitar em segredo de Justiça, a vara responsável limitou a divulgação de detalhes do inquérito.

Histórico

Natural de Anápolis, Cachoeira ganhou notoriedade nacional ao ser identificado como alvo principal da chamada Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal em 2012, que investigou um suposto esquema de exploração ilegal de caça-níqueis e indícios de atuação junto a agentes públicos, empresários e políticos. Na ocasião, o caso gerou ampla repercussão e resultou em prisões e em uma comissão parlamentar de inquérito no Congresso.

Até o fechamento desta reportagem, não havia informações públicas sobre a previsão de audiência de custódia ou sobre eventual transferência para outra unidade prisional. Pelo caráter sigiloso do processo, pontos essenciais da apuração permanecem sem divulgação.

Esta reportagem será atualizada caso haja novas informações oficiais ou manifestações públicas da defesa, da Polícia Federal ou da 8ª Vara Criminal de Goiânia.

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