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Mabel diz que não negociará com servidores da Educação enquanto houver greve

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, afirmou em entrevista na manhã de 14 de maio que não vai sentar para negociar com professores e servidores administrativos da Secretaria Municipal de Educação enquanto a categoria mantiver a greve, deflagrada em 12 de maio

Prefeito de Goiânia, Sandro Mabel

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), disse em entrevista na manhã de 14 de maio que não negociará com professores e servidores administrativos da Secretaria Municipal de Educação enquanto a categoria mantiver a greve, que foi deflagrada em 12 de maio após deliberação em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintego).

O Tribunal de Justiça de Goiás, por decisão do desembargador Maurício Porfírio Rosa, determinou que pelo menos 70% dos servidores administrativos da Educação permaneçam em atividade durante a paralisação; a prefeitura havia pedido a proibição integral da greve, pedido este negado pelo desembargador.

Na entrevista, Mabel afirmou que “Nós não fazemos acordo com gente em greve. Não negociamos durante a greve, não negociamos com grevista. Quando voltarem para trabalhar a gente senta [para negociar]”. O prefeito também acusou a vereadora Ludmylla Morais, identificada no discurso como presidente do Sintego, de manter a paralisação por motivos políticos, segundo suas palavras.

Como se iniciou a paralisação

Segundo as informações sobre a deliberação sindical, a assembleia do Sintego aprovou a greve cinco dias antes da deflagração, e a categoria iniciou a paralisação em 12 de maio. A prefeitura buscou na Justiça a proibição total da greve, medida que não foi concedida na íntegra pelo Tribunal de Justiça de Goiás.

Decisão judicial

O despacho do desembargador Maurício Porfírio Rosa determinou a manutenção de um contingente mínimo de 70% dos servidores administrativos da Educação no exercício de suas funções enquanto durar a greve. A prefeitura, conforme registrado nos procedimentos judiciais, havia pleiteado a proibição integral da paralisação, mas o pedido foi recusado pelo magistrado.

Próximos passos e pendências

Não há, no material disponível, registro de manifestação oficial do Sintego após as declarações do prefeito e da decisão judicial. Também não há detalhes públicos sobre a pauta completa de reivindicações da categoria, o número de escolas afetadas ou o impacto nas aulas. Esses pontos são relevantes para acompanhamento e verificação.

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