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La Traviata chega ao Teatro Basileu França com Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás

Montagem da ópera de Giuseppe Verdi terá três apresentações nos dias 18, 20 e 21 de junho no Teatro Basileu França; reúne Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás e Coro Sinfônico Jovem de Goiás, com Ludmilla Bauerfeldt como Violetta e regência de Eliel Ferreira; ingressos pelo Sympla.

Retrato promocional de Ludmilla Bauerfeldt caracterizada como Violetta para a montagem de La Traviata, fundo vermelho.
Ludmilla Bauerfeldt caracterizada como Violetta na temporada 2026 de La Traviata , em produção da Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás; imagem promocional usada na divulgação do espetáculo.

La Traviata será encenada pela Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás e pelo Coro Sinfônico Jovem de Goiás em três apresentações no Teatro Basileu França: 18 de junho (20h), 20 de junho (20h) e 21 de junho (19h). A produção local reúne um elenco principal formado por Ludmilla Bauerfeldt (Violetta), Hélenes Lopes (Alfredo Germont) e Jadson Álvares (Giorgio Germont), com regência de Eliel Ferreira, preparação de coro por Weber Assis e direção cênica de Wesley Neres.

A montagem, parte da temporada 2026 do Teatro Basileu França, também traz no elenco Joana Azevedo (Flora Bervoix), Murilo Gambichler (Barão Douphol), Eduardo Machado (Gastone) e Maria Angélica Rocha (Annina), entre outros solistas. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla. A apresentação tem classificação indicativa de 12 anos.

Elenco e equipe

Elenco principal: Ludmilla Bauerfeldt (Violetta); Hélenes Lopes (Alfredo Germont); Jadson Álvares (Giorgio Germont); Joana Azevedo (Flora Bervoix); Murilo Gambichler (Barão Douphol); Eduardo Machado (Gastone); Maria Angélica Rocha (Annina). Regência: Eliel Ferreira. Preparação de coro: Weber Assis. Direção cênica: Wesley Neres.

Sobre a obra

La Traviata, ópera em três atos de Giuseppe Verdi com libreto de Francesco Maria Piave, estreou em 6 de março de 1853 no Teatro La Fenice, em Veneza. Inspirada no romance e na peça La Dame aux Camélias, de Alexandre Dumas fils, a obra chocou e fascinou o público por situar a ação na contemporaneidade e por expor, com crueza dramática, a hipocrisia social e o destino trágico da cortesã Violetta. Árias como “Libiamo” e “Sempre libera” tornaram-se parte do repertório lírico internacional.

Breve nota sobre o autor

Giuseppe Verdi (1813–1901) é um dos compositores de ópera mais influentes do século XIX. Autor de títulos célebres como Rigoletto, Il trovatore, Aida e Otello, Verdi consolidou-se como referência da ópera italiana, combinando força dramática, escrita vocal exigente e melodias de grande impacto, frequentemente associadas ao contexto político e cultural do Risorgimento.

Para garantir informações sobre programação e compra, consulte a página oficial do teatro ou os canais de venda indicados.

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