Programa liderado por Gracinha Caiado transforma políticas sociais em Goiás
Sob a liderança da primeira-dama Gracinha Caiado, Goiás vem consolidando um modelo eficaz de desenvolvimento social. Desde o início do mandato de seu esposo e governador Ronaldo Caiado, em 2019, a atuação de Gracinha à frente dos projetos sociais tem promovido uma reestruturação que prioriza a dignidade humana e a superação da pobreza, organizando ações em três pilares estratégicos: emergencial, protetivo e emancipatório. Essa abordagem tem sido considerada exemplar no contexto das políticas públicas do Brasil.
A reformulação visa abarcar tanto soluções imediatas, que atendem às necessidades mais urgentes da população vulnerável, como o fornecimento de cestas básicas e benefícios emergenciais, quanto iniciativas que promovam autonomia às famílias a médio e longo prazos. A articulação entre diferentes secretarias e organizações da sociedade civil tem sido, segundo especialistas, um elemento essencial para o sucesso do programa.
O panorama da pobreza em Goiás
O estado de Goiás, assim como grande parte do Brasil, enfrenta desafios estruturais históricos em relação à desigualdade social. Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge) confirmam que, apesar de avanços econômicos pontuais, a pobreza e a desigualdade ainda afetam milhares de famílias em territórios urbanos e rurais do estado.
De acordo com dados do Cadastro Único, cerca de 700 mil famílias goianas estão cadastradas em programas sociais, o que denota uma realidade ainda marcada pela vulnerabilidade. Diante desse cenário, o governo de Goiás, por meio das iniciativas lideradas por Gracinha Caiado, propôs um novo modelo de gestão operacional para enfrentar esses desafios de forma integrada e eficiente.
Três eixos de atuação: um novo modelo de assistência social
A reconfiguração das políticas públicas sociais em Goiás pode ser resumida em três eixos principais: emergencial, protetivo e emancipatório. Cada um desses pilares desempenha um papel crucial para garantir que nenhuma etapa do processo de combate à pobreza seja negligenciada. Como mencionado pela primeira-dama em diferentes ocasiões, “não basta atender a emergência, é preciso oferecer uma oportunidade de autonomia”.
O eixo emergencial busca suprir as necessidades imediatas das famílias em situação de extrema pobreza. Entre as ações realizadas, destacam-se a entrega de cestas básicas, fornecimento de materiais de assistência e programas de transferência de renda para os mais vulneráveis. Em 2023, o programa alcançou cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o estado, combatendo os impactos socioeconômicos agravados pela pandemia de Covid-19.
Já o eixo protetivo está voltado para a garantia dos direitos básicos das famílias em situação de vulnerabilidade. Isso inclui o acesso à saúde, educação e proteção às crianças e adolescentes em situação de risco social. Programas de capacitação para profissionais de assistência social e os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) têm sido fundamentais para a implementação dessas ações.
O terceiro eixo, denominado emancipatório, foca na criação de oportunidades para que as famílias conquistem a independência financeira e social. Dentro desse contexto, destacam-se os investimentos em educação profissionalizante e empreendedorismo feminino. A parceria com entidades do Sistema S e programas voltados para o microempreendedorismo têm rendido elogios de especialistas e beneficiários.
Desafios enfrentados e resultados alcançados
Implementar políticas públicas abrangentes e eficientes em um estado de tamanha extensão territorial e diversidade social como Goiás não é tarefa simples. A integração entre diferentes secretarias — como a Educação, Saúde e Desenvolvimento Social — foi um dos maiores desafios enfrentados no início do projeto. No entanto, os resultados já são expressivos.
De acordo com especialistas da área social, houve uma melhora significativa nos indicadores de vulnerabilidade alimentar e exclusão social em Goiás. Programas como o Pra Ter Onde Morar, que oferece moradias dignas a famílias de baixa renda, e o Mãos Solidárias, focado na doação de cestas básicas, já atingiram milhares de cidadãos goianos.
A secretária de Desenvolvimento Social do estado, Rosângela Santoro, destaca a inovação do modelo: “Não é comum vermos políticas que associam assistência emergencial com ações estruturantes como cursos profissionalizantes e articulação com o mercado de trabalho. Goiás se diferencia ao não apenas mitigar, mas trabalhar na raiz do problema”.
Outro ponto de destaque é a forte presença da primeira-dama nas articulações locais. Gracinha Caiado, que frequentemente visita comunidades e dialoga com lideranças locais, é conhecida por seu engajamento direto. Essa proximidade tem garantido que as políticas sociais sejam adaptadas às reais necessidades das diferentes regiões do estado.
Um modelo inspirador para outros estados?
A atuação do governo de Goiás no campo social tem atraído atenção de outras regiões do Brasil. O modelo de unificação das iniciativas em três eixos e a integração entre diferentes órgãos e entidades são mencionados como possíveis exemplos a serem replicados em outros estados, principalmente diante da necessidade de redução das desigualdades sociais persistentes em todo o país.
Além do foco nas ações práticas, o aspecto de dignidade humana é reiterado constantemente por Gracinha.