A Prefeitura de Goiânia, em nota divulgada esta semana, reiterou a proibição de nadar nos lagos situados nos parques urbanos da cidade. O alerta, feito em parceria com a Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), reforça os riscos associados a essa prática, tanto para a segurança dos frequentadores quanto para a preservação do ecossistema local.
De acordo com o comunicado, os lagos têm como principal propósito a manutenção do equilíbrio ambiental, atuando na conservação da biodiversidade, além de auxiliarem no controle microclimático e na drenagem urbana. Entretanto, muitas pessoas desconhecem ou ignoram essas funções e utilizam os espaços para o banho de forma recorrente, especialmente em períodos de maior calor.
“A prática de nadar nos lagos dos parques não só coloca em risco a integridade física dos banhistas, devido à profundidade variável e ao risco de contaminação da água, mas também representa uma ameaça direta à fauna e ao ecossistema aquático, que podem ser perturbados pela presença humana”, destacou a Amma em nota oficial.
Uma questão de segurança pública
Os lagos artificiais dos parques goianienses, como o Parque Flamboyant, o Parque Areião e o Bosque dos Buritis, não são projetados para atividades de recreação aquática. Assim, eles carecem de estruturas mínimas de segurança, como áreas delimitadas para banho, equipes de resgate ou monitoramento constante.