Sumário
Notícia
A Academia Goianiense de Letras celebrou, na noite de quinta-feira, 26 de março de 2026, seus 21 anos de fundação com uma sessão especial realizada no auditório Presidente Des. Clenon De Barros Loyola, na sede da Asmego, em Goiânia, reunindo acadêmicos, autoridades, escritores, músicos, convidados e universitários em uma solenidade voltada à celebração da memória institucional, ao reconhecimento de personalidades da vida pública e cultural e à valorização da literatura produzida em Goiânia e em Goiás.
A cerimônia foi proposta pelo vereador Anselmo Pereira, ocupante da cadeira nº 63 da AGnL e vice-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, com apoio do Legislativo goianiense. Ao longo da noite, o público acompanhou homenagens, apresentações musicais, exposição de livros de autores goianienses e manifestações de apreço à trajetória da academia, hoje consolidada como uma das principais casas de letras da capital.
Fundada em 30 de janeiro de 2005, sob a presidência de Emídio Brasileiro, a Academia Goianiense de Letras nasceu com a missão de preservar a memória de seus patronos e acadêmicos, divulgar a cultura e defender as letras da cidade de Goiânia e do Estado de Goiás. Com 40 cadeiras, a instituição se firmou ao longo de mais de duas décadas como espaço de convergência entre tradição literária, pensamento humanista e compromisso público com a cultura, reunindo escritores, professores, magistrados, juristas, profissionais liberais e intelectuais de diferentes áreas.
A noite comemorativa também reafirmou a relevância histórica da AGnL na vida cultural goiana. Em seu percurso institucional, a academia teve a presidência de Osmar Pires, Maria Luíza Ribeiro e Aidenor Aires, até chegar à atual gestão de Marislei de Sousa Espíndula Brasileiro, eleita em 2025 com a proposta de aproximar a literatura de públicos historicamente excluídos, fortalecer lançamentos coletivos, saraus e projetos de valorização dos patronos e acadêmicos falecidos.
Entre os homenageados e convidados da solenidade estiveram nomes de expressão na cultura, no Judiciário, no meio acadêmico e na vida pública goiana. Figuraram entre as presenças confirmadas personalidades como Lêda Selma de Alencar, presidente da Academia Goiana de Letras; Andreia Luísa de Oliveira Teixeira, presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás; Elizabeth Maria da Silva, desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás; Jaime Câmara Júnior; Nathália Bueno Arantes da Costa, presidente da Asmego; Uugton Batista da Silva, secretário municipal de Cultura; e Yara Nunes dos Santos, secretária estadual de Cultura, entre outros nomes que emprestaram à solenidade um significado institucional e simbólico ainda maior.
Em seu pronunciamento, a presidente Marislei Brasileiro definiu a AGnL como “uma declaração de amor por Goiânia”, ressaltou o papel dos ex-presidentes, recordou o gesto fundador de Emídio Brasileiro e agradeceu o apoio de Anselmo Pereira à consolidação da academia, inclusive em seu reconhecimento como entidade de utilidade pública. Também sublinhou o caráter coletivo da instituição, o elo entre gerações e o dever de manter viva a chama da palavra, da memória e da formação espiritual da vida cultural.
Já Anselmo Pereira destacou a academia como “verdadeiro farol do saber”, insistindo na importância da produção literária como expressão da identidade intelectual de Goiânia. Em seu texto, relembrou a gênese da instituição, sua vinculação à história cultural da cidade e a necessidade de preservar, para as gerações presentes e futuras, a memória de patronos, fundadores e acadêmicos.
A comemoração ainda dialogou com o Ano Cultural de 2026 da AGnL, dedicado ao desembargador Luiz Cláudio Veiga Braga, reconhecido por sua contribuição intelectual e por seu amor às letras. A referência ao homenageado anual reforçou o sentido mais amplo da noite: não apenas celebrar uma data, mas afirmar a permanência de uma tradição literária que continua produzindo efeitos no presente e projetando Goiás no mapa da cultura brasileira.
A presença de atrações musicais e de uma mostra de livros de autores goianienses deu à celebração um caráter artístico e sensorial, ampliando o alcance da sessão especial. O registro de 100 universitários inscritos entre os convidados externos também simbolizou a vocação da academia para o diálogo com as novas gerações, reafirmando a literatura como herança viva, partilhada e em construção.
Ao completar 21 anos, a Academia Goianiense de Letras não apenas comemora sua própria história. Reafirma, diante da cidade, a força da palavra como instrumento de civilização, consciência, pertencimento e permanência. Em Goiânia, onde a cultura literária resiste e floresce apesar das adversidades, a AGnL permanece como uma casa de memória, criação e futuro.
Homenageados
Abílio Wolney Aires
Aidenor Aires Pereira
Arthur da Paz
Daniana dos Santos Chaveiro Freitas
Elizabeth Abreu Caldeira Brito
Emídio Silva Falcão Brasileiro
Garibaldi Rizzo
Giovani Ribeiro
Josefa Martins Lopes Sampaio
Laudelina Inácio da Silva
Leandro Rodrigues Almeida
Luiz Otávio Soares
Márcio Rodrigues Delfim
Maria Luiza Ribeiro
Marislei de Sousa Espíndula Brasileiro
Mauri Fernandes de Castro
Mauro Pereira de Souza
Patricy Tormim da Veiga
Rafael Ribeiro Bueno Fleury de Passos
Randes Ribeiro da Silva
Rômulo Vaz Barbosa
Sônia Ferreira
Maria Aparecida Batista Borges dos Santos
Autoridades culturais homenageadas
- Ademir Luiz da Silva — presidente da União Brasileira de Escritores, seção Goiás
- Adriana Alves Ferreira Godinho — produtora e curadora de arte, membro da Secult Goiânia
- Andreia Luísa de Oliveira Teixeira — presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás
- Anselmo Pereira de Souza — vereador de Goiânia e vice-presidente da Câmara Municipal de Goiânia
- Arlete Mesquita — escritora
- Carla Jacarandá — presidente do Grupo de Assistência Fraterna
- Carlos Willian Leite — presidente do Conselho Estadual de Cultura de Goiás
- Cassildo Inácio Antunes — membro do Instituto Goiano de Direito
- Cláudia Lira Silva Lira — vice-prefeita de Goiânia
- Dalton César de Oliveira — presidente do Lions Clube Sul de Goiânia
- Daniel Augustus Bichuetti — fundador da Forlex
- Danielle Perdigão — coordenadora do curso de graduação em Enfermagem da FacUnicamps
- Divino Alves
- Edmundo Dias de Oliveira Filho
- Elizabeth Maria da Silva — desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
- Luiz Humberto Thomazelli Machado — presidente da Comissão de Cultura da OAB Aparecida de Goiânia
- Jaime Câmara Júnior
- Julyane Neves — juíza de Direito, titular da Vara Cível da comarca de São Luís de Montes Belos
- Lêda Selma de Alencar — presidente da Academia Goiana de Letras
- Marcelo Baiocchi Carneiro — presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás
- Márcia Ramos — presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás
- Mércia Terezinha Aguiar — presidente da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás
- Nathália Bueno Arantes da Costa — presidente da Asmego
- Paulo Renato Manso — presidente da Fundação Banco de Olhos de Goiás
- Raimundo Aguiar — vice-presidente da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás
- Rosa Nair Reis — desembargadora do Trabalho e coordenadora do Subcomitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina e de Igualdade de Gênero
- Rosana Maria Faleiro Gondim — assessora do vereador Anselmo Pereira
- Syd de Oliveira Reis
- Uugton Batista da Silva — secretário de Cultura de Goiânia
- Yara Nunes dos Santos — secretária de Cultura de Goiás
Íntegra do discurso de Anselmo Pereira, vice-presidente da Câmara Municipal de Goiânia
Pronunciamento do vereador Anselmo Pereira à sessão especial em homenagem aos 21 anos da Academia Goianiense de Letras
Autoridades presentes,
Boa noite!
É com profundo orgulho e imensa alegria que celebramos os 21 anos da Academia Goianiense de Letras — AGNL, uma trajetória marcada pela dedicação incansável à cultura, à literatura e ao fortalecimento da identidade intelectual de nossa comunidade.
A Academia Goianiense de Letras é uma instituição literária e linguística de Goiânia, fundada em 30 de janeiro de 2005 sob a presidência de Emídio Brasileiro, e conta, seguindo o modelo das demais academias literárias, com 40 membros efetivos e membros correspondentes domiciliados no Estado de Goiás, no Brasil e no exterior. Tem por objetivos maiores a preservação da memória e da escrita de seus patronos e imortais, a divulgação e preservação da cultura e das letras da cidade de Goiânia e do Estado de Goiás.
Goiânia teve, antes da criação efetiva da AGnL, uma entidade inicialmente proposta com tal nome em meados da década de 70, idealizada por alguns estudantes de Direito residentes da cidade de Anápolis-GO. A agremiação não chegou a ser registrada e a iniciativa não prosperou até que o escritor Emídio Silva Falcão Brasileiro retomou a ideia e organizou a entidade, reunindo 40 escritores do nosso município. A posse inicial dos seus membros fundadores ocorreu em solenidade aqui nesta Casa de Leis, no dia 6 de novembro de 2006.
A presidência foi posteriormente exercida pelo acadêmico Osmar Pires e, em seguida, pela acadêmica Maria Luiza Ribeiro. Em 2017, a presidência passou ao acadêmico Aidenor Aires. Sua gestão foi marcada pela criação de projetos, como cursos de letramento voltados a catadores de materiais recicláveis, incentivando a produção de crônicas, poemas e contos, além da publicação da revista da Academia. No ano de 2025, a acadêmica Marislei de Sousa Espíndula Brasileiro foi eleita presidente da AGnL, priorizando a aproximação entre a literatura e públicos historicamente excluídos, além de lançamentos coletivos de livros, saraus e projetos que valorizam os patronos e acadêmicos falecidos.
A Academia Goianiense de Letras tem, por fim, preservar e promover a cultura da língua pátria, a literatura mundial, especialmente a brasileira e a goiana, bem como a proteção, o apoio e o incentivo à cultura em geral e o desenvolvimento intelectual e moral do homem no território nacional; preservar as memórias de seus patronos e dos acadêmicos falecidos, transmitindo-as e as fazendo presentes às gerações atuais e futuras.
Ao longo dessas mais de duas décadas, a Academia tem se destacado como um verdadeiro farol do saber, reunindo mentes brilhantes, incentivando a produção literária e preservando a riqueza das palavras que contam a nossa história. Cada conquista alcançada é reflexo do compromisso de seus membros com a excelência, a arte e o conhecimento.
Sua história simboliza não apenas o tempo que passou, mas o legado construído: pontes entre gerações, estímulo à criatividade e valorização da cultura goianiense. É uma história escrita com talento, perseverança e paixão pelas letras.
Assim, diante do exposto, desejo que o dia de hoje seja apenas mais um capítulo de uma jornada ainda mais grandiosa, repleta de novas realizações, inspiração e sucesso contínuo.
Parabéns à Academia Goianiense de Letras por sua história exemplar e por tudo o que ainda construirá.
PARABÉNS!!
Muito obrigado!
Íntegra do discurso da presidente da AGnL
Senhoras e senhores, como estão?
Ilustres confrades e confreiras, autoridades presentes, queridos amigos e familiares.
Agradeço a Deus, por este momento solene e sagrado.
Em nome desta honrada mesa diretiva, cumprimento o membro da Academia Goianiense de Letras, ocupante da cadeira nº 63, vereador, defensor da cultura e vice-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Anselmo Pereira, que nos honra com esta linda festa. OBRIGADA!
Agradeço a Deus pela oportunidade de estar entre pessoas tão ilustres, que escolheram viver este momento — em uma vida real, com pessoas reais — registrando memórias, construindo as próprias histórias. A ESCOLHA É NOSSA!
Por isso, permitam-me dizer: sejam generosos com suas biografias. Façam delas romances, aventuras. E mesmo quando forem dramas — ou até episódios de terror — transformem-nas em poesia. Criem narrativas que mereçam ser declamadas aos quatro ventos. A ESCOLHA É SEMPRE NOSSA.
Hoje, celebramos uma travessia. Celebramos a força de um sonho que, desde 2005, não apenas resistiu — floresceu.
Como sempre digo: contar histórias é para muitos, fazer história é para poucos — mas transformar a história é missão dos iluminados. E VEJO MUITOS AQUI NESTA NOITE.
Recordo-me da posse na Câmara Municipal de Goiânia, em 2005. E agora, 21 anos depois, nesta casa que nos acolhe, celebramos a maturidade desta Academia, consolidada também graças ao apoio decisivo de Anselmo Pereira, que acreditou em sua relevância e a reconheceu como de utilidade pública. NOSSA GRATIDÃO.
São 21 anos — três ciclos de sete — que simbolizam constância, perseverança e resiliência.
Quero iniciar este momento com reconhecimento:
Aos ex-presidentes que pavimentaram este caminho com coragem e visão:
Osmar Pires, que a manteve viva;
Maria Luíza, que a transformou em ponto de cultura;
Aidenor Aires, que lhe conferiu projetos e dignidade;
Quanto à atual presidente — bem, essa jovem entusiasmada ainda está sendo escrita pelo tempo.
AQUI DESTACO TRÊS MOMENTOS
PRIMEIRO:
A AGnL nasceu de um processo simbólico: um namoro, um noivado e um casamento. O namoro com acadêmicos de Direito de Anápolis; o noivado com membros da AGL — Geraldo Coelho Vaz, Bariani Ortêncio e Mário Martins; e o casamento consolidado por aqueles que não apenas escrevem livros — mas escrevem instituições.
Como nos inspira Carlos Drummond de Andrade, “o amor é o estado de graça”. E foi esse amor profundo pela literatura e por Goiânia que tornou possível a criação desta Academia e da Academia Espírita de Letras. DONA MÉRCIA E SR. RAIMUNDO.
Falo de um amor arrebatador, porque fundar uma instituição é um ato de paixão pela palavra, pela memória e pela permanência do humano no tempo.
O nome desse amor, de seu primeiro fundador e presidente, é EMÍDIO BRASILEIRO.
Aos membros titulares e correspondentes, que mantêm acesa a chama da literatura e do pensamento, deixo um lembrete afetuoso: mesmo os imortais são, biologicamente, mortais. Cuidem da saúde, para que seus dias sejam longos e felizes.
Aos patronos, cuja presença simbólica nos autoriza e inspira.
Cumprimento também, de forma especial, o decano Anselmo Pereira e sua dedicada equipe, pelo compromisso contínuo com esta Casa.
O Ano Cultural homenageia o Dr. Luiz Cláudio Veiga Braga. Mas precisamos lembrar que exportamos talentos e hoje ele está em Coimbra, sendo homenageado e proferindo importante conferência, para as principais autoridades jurídicas de Portugal. É A LITERATURA LOCAL, DE IMPACTO GLOBAL.
SEGUNDO:
Meus amigos, a Academia Goianiense de Letras é, antes de tudo, uma construção coletiva. Uma obra escrita a muitas mãos, revisada pelo tempo e iluminada pela persistência. Essas mãos são a nossa Diretoria, que está de pelerine nas primeiras fileiras — uma salva de palmas.
Ao longo dessa trajetória, aprendemos que escrever não é apenas um ato solitário — é um gesto de pertencimento.
E, nesse percurso, nossos filhos foram testemunhas silenciosas. Viram-nos escrever entre compromissos e sonhos. Hoje posso afirmar: eles são meus verdadeiros best-sellers. Obras que não se revisam — apenas se amam. São nossa versão ampliada e melhorada.
JENUCY ESTÁ NA INGLATERRA, MAS VINÍCIUS ESTÁ AQUI, COM SUA FAMÍLIA — LINDOS, PUXARAM A AVÓ.
Como disse Cora Coralina: “Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou […] inclusive a ser feliz, porque transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
A AGnL é uma declaração de amor por Goiânia — não apenas um espaço geográfico, mas uma identidade viva.
Amo Goiânia:
pela hospitalidade do seu povo,
pela simplicidade que acolhe,
pela fé que sustenta,
pela alegria que contagia,
pela coragem de recomeçar,
pela criatividade que floresce,
e pela solidariedade que nos une.
Sim, um povo disciplinado, que aprendeu a saborear o pequi, mas jamais morder o caroço.
TERCEIRO
A AGnL, embora jovem, é fruto da integração de grandes instituições culturais, como AGL, AFLAG, IHGG e UBE, além do apoio essencial do poder público e da iniciativa privada.
NOSSA GRATIDÃO AO PODER PÚBLICO FEDERAL, ESTADUAL — NA PESSOA DA DRA. YARA NUNES, aqui representado pelo querido Sacha —, MUNICIPAL — REPRESENTADO POR UUGTON BATISTA e nossa querida Coronel Cláudia —, E ÀS INSTITUIÇÕES PARCEIRAS COMO Sicoob, Secovi, Quadrante e Kelps — com Leandro, nosso vice, que nos lembra um grande mecenas — Sr. Antônio Almeida.
Sem esses apoios, a cultura não resistiria — e nossos escritores talvez estivessem entediados em suas poltronas.
Celebramos também a presença da música, com o Sr. Geraldo e sua orquestra de sanfoneiros, e o maestro Eliseu Ferreira, com a Orquestra Sinfônica de Goiânia. MUITO OBRIGADA POR ILUMINAR ESTE AMBIENTE.
Mas afinal, somos nós que escrevemos as obras?
Ou somos instrumentos de algo maior?
Os livros, as músicas, as artes — tudo se materializa através de nós, mas carrega algo que nos transcende.
Uma academia de letras é um arquipélago de pensamentos — um espaço de encontro SOCRÁTICO consigo mesmo.
Goiânia, como disse Emerson Fittipaldi, é uma das melhores cidades para se viver — e eu concordo. VOCÊS TAMBÉM?
E aqui, entre reflexões, sabemos: ainda temos muito a fazer. A cultura precisa educar, inspirar e espiritualizar a alma humana para o futuro.
PARA FINALIZAR — Gratidão a Deus, aos pioneiros da cultura goiana e goianiense, que hoje são nossos patronos imortais.
A cultura é O TECIDO que sustenta todas as outras áreas — política, educação, saúde e segurança — pois nasce da fé de um povo que acredita em dias melhores.
Ela é esperança. É energia vital. É fraternidade — razão maior da existência da nossa Academia.
Que possamos celebrar este momento e guardá-lo na memória, pois ele nos acompanhará onde estivermos.
Somos testemunhas — e também construtores — de valores eternos.
Parabéns aos homenageados.
E que continuemos escrevendo juntos — não apenas textos, mas a própria história.
MUITO OBRIGADA.